ANTECEDENTES HISTÓRICOS

 
 

QUEM SOMOS

 

 

O Grumin (Grupo Mulher-educação Indígena ), hoje GRUMIN/ Rede de Comunicação Indígena, foi criado juridicamente em assembléia em 1987. O Grumin recebeu o II Prêmio Cidadania Internacional, em 1996, da Comunidade Bah`ai, por ter desenvolvidos dezenas de projetos comunitários e ter promovido a formação de opiniões.

 

 

Agraciados com o
Prêmio Cidadania Mundial em 1996


LYGIA FAGUNDES TELLES
CELINA DO AMARAL PEIXOTO
ODILA MARIA FRATINI
IVONE AMÂNCIO BEZERRA CARLOS DE SOUZA
MOEMA LIBERA VIEZZER
BENEDITA DA SILVA
DORRIT HARAZIM
ELZA PEREIRA CORREIA MÜLLER
HERILDA BALDUÍNO DE SOUSA
SÔNIA SHAFA
TIZUKA YAMASAKI
YVONE BEZERRA DE MELLO
GRUPO MULHER - EDUCAÇÃO INDÍGENA - GRUMIN

 

OBJETIVOS

 

 

Promover o acesso de mulheres e homens indígenas e suas organizações, às informações, mobilizando-os, influenciando-os na formação de opiniões. Desenvolver consciências críticas mobilizando indivíduos e organizações ao “empoderamento”, buscando o exercício dos direitos humanos para o desenvolvimento socio-político-econômico do presente e do futuro de suas tradições e cultura. Promover ideologicamente, consciências à multiplicação de organizações de mulheres indígenas no Brasil.

 

PROJETO ATUAL

 

 

GRUMIN/Rede de Comunicação Indígena
Difundir informações na Internet sobre direitos indígenas sob perspectiva de gênero, abordando a questão racial, a violência à cosmovisão indígena (cultura, território, educação, bio-diversidade, meio-ambiente, espiritualidade e ancestralidade). Difundir efeitos da migração indígena e formas contemporâneas de racismo . Sensibilizar opinião pública para os direitos constitucionais; difundir instrumentos jurídicos nacionais e internacionais; difundir os debates do "Fórum Permanente" e o "Projeto de Declaração" dos povos indígenas , onde o Grumin esteve presente em vários momentos de sua criação, em Genebra, por ocasião das sessões do Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas, nas Nações Unidas. Divulgar documentos e os passos anteriores e futuros da Conferência Mundial contra o Racismo que aconteceu na África do Sul. Difundir a luta do movimento indígena nacional e internacional e suas reivindicações.

Fórum de debates on-line:

http://groups.yahoo.com/group/literaturaindigena

 

PROJETOS JÁ                             DESENVOLVIDOS

 

 

 

Publicações
Boletins Informativos
Jornal do Grumin
Boletim do Grumin em Inglês
Projetos de desenvolvimento comunitário como: Casa da mulher indígena, promovendo o resgate e preservação cultural, feiras de artesanato, produção de roupas, redes de dormir, colchas, incentivos à produção de plantações, farmácia de fitoterapia, projeto de primeiros-socorros, cursos de capacitação em vários temas, cursos de corte e costura, doação de equipamentos , cestas básicas e carros, apoios à lideranças indígenas em viagens e pequenos projetos e muitos outros projetos de desenvolvimento comunitário,basicamente projetos que buscam fortalecer e "empoderar" a mulher indígena em suas relações.
Organização de Seminários, Conferências e Congressos, envolvendo questão de gênero e direitos
Participação em Conferências Nacionais e internacionais, objetivando negociações, consultorias e testemunhos.

 

 

PARCEIROS

 

 

Organizações indígenas nacionais e internacionais
INBRAPI ( Instituto Indígena de Propriedade Intelectual)
Organizações não governamentais como feministas, movimento negro, meio-ambiente, entidades de classe
Órgãos Públicos, Funai.
Jornalistas e escritores indígenas internacionais.
Ashoka/Empreendedores Socias
Pen Club Internacional
REBRA( Rede de Escritoras Brasileiras)
FNLJ( Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil)
ABI ( Associação Brasileira de Imprensa/RJ)


"Mulheres Indígenas deste país! Organizam-se, nem que seja dentro de suas próprias casas! Criem seus grupos de trabalho! Não esperem só pelo governo!
Basta que soltemos as amarras do preconceito,, racismo e vícios impostos pelo poder colonial e sistema atual. Permitamo-nos brotar a rosa guerreira e adormecida dentro de cada uma.
Deixemos falar em nossos corações, os espíritos sagrados de nossas anciãs.
Mulher Indígena: Você pode! “


Eliane Potiguara

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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