REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS

ÚLTIMAS PROPOSTAS E EVENTOS

 
  • O GRUMIN realizou em junho de 2007, reunião do Conselho para propor mais ações concretas que estarão sob os temas Direitos Humanos das Mulheres Indígenas, Conhecimentos Tradicionais, Biodiversidade, Literatura Indígena, Questão de Gênero (Saúde e Direitos Reprodutivos), Questão da terra, Educação,Propriedade Intelectual entre outros temas. Estamos rumo aos nossos cursos de capacitação e a Conferência Nacional.

  •  O Encontro de Escritores e IIustradores Indígenas aconteceu em maio/junho 2007 e o NEII( Núcleo de Escritores e Ilustradores indígenas) do INBRAPI agora é uma realidade. O Grumin teve ampla participação nas discussões contribuindo para o amadurecimento do processo.

  •  O GRUMIN foi convidado em junho 2007 a participar da Runião de Mulheres Indígenas em Içana, pelo  Departamento Feminino da FOIRN ( Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro/ Amazonas.

  • O GRUMIN foi credenciado a participar da Conferência do  Enlace Continental de Mujeres Indígenas no Canadá  de 9 a 11 de julho de 2007 e teve apoio da UNIFEM.

  • O GRUMIN está participando do Programa Regional Incorporação das dimensões de eqüidade de gênero, racial e étnica nos programas de combate à pobreza da UNIFEM  e espera muito contribuir nesse processo.

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ASSEMBLÉIA JURÍDICA

A REDE GRUMIN DE MULHERES realizou com sucesso a Assembléia Jurídica e Política da organização em 2006, objetivando fortalecê-la através de  parcerias, de renovação do Conselho de Mulheres Indígenas e de  criar novas estratégias para efetivar  nossas idéias e projetos.
Para doações nossa conta é:
GRUMIN
BANCO ITAÚ
Agência 0477  -   Conta 29261-9
Inscrição:31.885.635/0001-47
Ano de criação jurídica: 1987

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Infelizmente no Brasil, ainda existe o racismo intergrupal, interétnico ou inter-racial, inclusive com pessoas da mesma origem. A REDE GRUMIN DE MULHERES tem como objetivo principal, identificar e acolher setores de mulheres discriminadas sexual, racial e socialmente com bases em sua origem étnica, levando em consideração a transversalidade e interseccionalidade, que envolve esse segmento discriminado. O questionável processo de miscigenação é um dos fatores que reforçou a situação de racismo, intolerância e xenofobia social inclusive nas camadas pobres. Fortalecer e capacitar e empoderar as mulheres contra a discriminação sócio-racial e cultural é um de nossos maiores desafios.

Um pouco da nossa história:

 1- A REDE GRUMIN DE MULHERES esteve envolvida nos trabalhos locais na área indígena Potiguara, desde 1979/1996 tendo uma coordenação comunitária, e nacionalmente envolvendo outras etnias dos Estados brasileiros. Desenvolveu dezenas de projetos de Educação, Saúde e Trabalho objetivando geração de renda, realizando capacitações, conferências, participações em campanhas pelos direitos indígenas, enfocando a visibilidade da mulher indígena tanto na esfera nacional, quanto internacional. De 1996 a 2006 a Rede se ocupou a registrar em livros, sites, blogs, listas de discussão na Internet o fortalecimento de uma LITERATURA de cunho Indígena e de uma Rede de Comunicação Indígena.

 2- A REDE GRUMIN DE MULHERES esteve envolvida como organização DELEGADA na articulação nacional e internacional da Conferência de Durban, África do Sul (2001), e na pré-Conferência Regional das Américas (2000-Santiago/Chile), e delegada das Conferências municipais, estaduais e nacional organizada pelo SEPPIR (2005), culminando com a nossa participação na Conferência das Américas sobre Racismo em agosto/2006/Brasília.

 3- A REDE GRUMIN DE MULHERES, esteve envolvida como organização DELEGADA, nas articulações do movimento feminista brasileiro para as Conferências locais, estaduais, nacionais e internacionais que desembocaram nos eventos das Nações Unidas para a Promoção da Mulher, como a Conferência sobre População em Cairo (1994), como a Conferência Del Mar Del Plata, como a Conferência de Beijing (1995) e outros desdobramentos.

A REDE GRUMIN DE MULHERES esteve como observadora da Reunião “DIÁLOGOS” organizada pela a Unifem para Mulheres em Brasília/agosto 2006.

4- A REDE GRUMIN DE MULHERES esteve envolvida como organização DELEGADA nas articulações do Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas das Nações Unidas na elaboração da Declaração Universal dos Direitos Indígenas, desde 1990 até 1996, e 2001, tendo sido delegada pelo IITC (International Indian Treaty Council), por ter exposto para 1500 indígenas no Congresso dos índios Norte-Americanos/New México (1989), a situação de violência que os povos indígenas brasileiros estavam vivendo. Tudo isso culminou com o envio de uma moção ao governo brasileiro pelo referido Congresso. A Rede participou ainda, de centenas de articulações nacionais e internacionais na defesa dos povos indígenas, culminando com sua premiação pela Comunidade BAHÁI, que trabalha a PAZ MUNDIAL, com o título Cidadania Internacional “.

Com quem queremos dividir e somar nossa luta:

 Mulheres indígenas, caboclas e descendentes  urbanas e aldeadas, afrodescendentes,  mulheres escritoras e jornalistas racial e sexualmente discriminadas,   mulheres pajés não reconhecidas, xamãs e parteiras discriminadas, mulheres indígenas urbanas viúvas ou esposas de presidiários, mulheres afro ou  indígenas urbanas infratoras, empregadas domésticas, operárias e prostitutas de origem afros e indígenas, caboclos e descendentes, mulheres étnicas de toda as categorias, mulheres étnicas de opções sexuais diversas que sofrem discriminações sociais, raciais e de gênero por deslocamento interno ou nacional, por conflitos ou guerras, inclusive deslocando-se para fora do Brasil, entre outras.

Nossos Objetivos específicos:

1- Incentivar, mobilizar  e organizar o segmento acima descrito, na defesa de sua integridade física, psicológica e ética- moral.

2- Capacitar e emponderar o público alvo referido na área de Educação, Saúde, Trabalho, Moradia, Questão Territorial, Cultural, Geração de renda, Gestão de Organização, Organização Estratégica, Direitos Reprodutivos e na área da Tecnologia da Informação.

3-Criação da Casa Rede Grumin de Mulheres, no Rio de Janeiro, centro formador de pessoal e Casa da Alimentação.

4-Elaborar jornais, boletins, livros, cartilhas conscientizadoras, material de divulgação para doação ou vendas.

5-Formar quadros profissionais que possam agenciar e multiplicar a própria existência da Rede Grumin de Mulheres.

6-Criar, fortalecer políticas públicas para a inclusão dessas mulheres transversalmente e interseccionalmente discriminadas e específicas no mercado de trabalho e nas escolas e universidades.

7-Criar projetos auto-sustentáveis para a permanência da Rede Grumin de Mulheres, como venda de livros, encontros literários, artesanatos, comidas típicas regionais, promoção de Shows, eventos culturais com nossos dois parceiros comerciais Moína Produções Artísticas e Eventos.

Portanto a Assembléia Geral da REDE GRUMIN DE MULHERES a ser realizada no dia 29 de agosto de 2006, das 09 às 17 horas, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro (auditório) será um momento propício para refletirmos sobre o presente e elaborar propostas para o futuro.

 

Histórico:

  • O GRUMIN surgiu filosoficamente em 1979, tomou corpo físico a partir de 1982 e formalizou-se juridicamente em 1987.

  • A organização surgiu pelo fato de sua fundadora ter testemunhado desde cedo,  a saga de sua avó e família indígenas em busca da sobrevivência física, moral e étnica, após terem passado por um processo de violência que  levou a referida família à imigração compulsória para ter sua vida garantida.

  • Sua fundadora, antes de 1979, peregrinou então para diversas terras indígenas no Brasil e percebeu a mesma história contada por sua avó, além de outros problemas identificados.

  • Surge então o GRUMIN na década de 80 por um pequeno grupo de mulheres e no I Encontro Potiguara de Luta e Resistência, solicitado pelo cacique da época, João Batista Faustino, o Grupo é ampliado com mulheres dessa e outras etnias.

  • O GRUMIN foi contemplado em 1996 pela Comunidade BAHÁ’í, com o “Prêmio Cidadania Mundial”, pelos trabalhos desenvolvidos em prol das mulheres indígenas do país, sendo sua fundadora indicada em 2005 ao Projeto Internacional “Mil mulheres ao Prêmio Nobel da Paz”.

Hoje:

 

 A REDE GRUMIN DE MULHERES é uma rede formada por mulheres indígenas aldeadas e das cidades, por mulheres de origem étnica discriminadas social, sexual e racialmente, como indígena de miscigenação afrodescendente, ou vice-versa,  entre outras.

Nossos parceiros:

ASHOKA (Empreendedorismo social)

CEDIM – Conselho Estadual dos Direitos da Mulher

CEDOICOM (Centro de Documentação e Informação COISA DE MULHER)

Centro de Estudos Xamânicos

CISF (Cidadania Sem Fronteiras) (parceiro cultural)

Comitê Intertribal de Ciência e Tecnologia

FUNAI/Paraíba

FUNAI/Rio de Janeiro

FUNASA( Fundação Nacional de Saúde)

GRUMIN/Rede de Comunicação Indígena (apoio Navajo Nation/Usa)

INBRAPI (Instituto Indígena Brasileiro para a Propriedade Intelectual)

Moína Produções Artísticas e Eventos (parceiro cultural)

Mulheres pela Paz ao Redor do Mundo

OPÇÃO BRASIL

REDEH _ Rede de Desenvolvimento Humano

Rede Feminista de Saúde

Rede Povos da Floresta

UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) (PRÓ-ÍNDIO)

 

 
Apoio recente

 

ASFEM (Associação dos Funcionários Estaduais e Municipais)

Câmara Municipal do Rio de Janeiro

UNIFEM

 

 

 Equipe de Coordenação:

DIRETORIA

- Eliane Lima dos Santos (Escritora: Eliane Potiguara)

- Daline Lima Braga

- Solange Jacques

 

CONSELHO NACIONAL

1- Wilma Maria dos Santos (Potyguara) / NORDESRE)

2- Zenilda Vilacio (Sateré Mawé) / NORTE

3- Professora Valéria Almeida ( Centro-Oeste)

4- Maria de Fátima Potyguara/NORDESTE

5- Moína Produções/LESTE

6- Maria Aparecida Santos(Potyguara)/NORDESTE

7- Lúcia Guarany/LESTE

8- Drª Namara Gurupy  (Região Leste)

9- Miryam Hess ( Promotora Legal Popular)

10-Tajira kilima (secretariado)

11- Jacira Monteiro

 

Coordenação Geral: Eliane Lima dos Santos (Escritora: Eliane Potiguara)

 

Site:

http://www.grumin.org,br

E-MAIL: contato@grumin.org.br

 

 

AGENDA DO GRUMIN 2007
.O GRUMIN realizou em junho de 2007, reunião do Conselho para propor mais ações concretas. 
 
.Encontro de Escritores Indígenas, maio 2007(INBRAPI)
 
.Conferências Municipal e Estadual de Políticas Públicas para Mulheres(maio/junho 2007)
 
.Reunião de Mulheres Indígenas em Içana, S.Gabriel da Cachoeira
 
.Conferência do Enlace Continental de Mujeres Indígenas, Canadá.

 



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